Funcionários do INAMAR, juntar-se nesta sexta-feira, 24 de Julho de 2026, nas celebrações do Dia Internacional do Ecossistema de Mangal, evento este que decorreu nas instalações do Museus do Mar, em Maputo.
A cerimónia foi dirigida pela sua Excelência Momade Arnaldo Juízo – Secretado do Estado de Mar e Pescas, e contou com a presença do Vice Embaixador da Itália em Moçambique, Eugeniu Rotaru, membros do Conselho Consultivo do MAAP, representantes de instituições públicas, parceiros de cooperação, comunidades locais, investigadores e sociedade civil.
A efeméride contou também com a inauguração no Museus do Mar do Núcleo Expositivo sobre Mangais e o encerramento oficial do Projecto MangAction, num dia marcada pela celebração do Dia Internacional da Conservação dos Ecossistemas do Mangal.
O evento foi realizado com elevado sentido de orgulho nacional, dedicado à valorização dos mangais como património natural estratégico para o desenvolvimento sustentável do país. O novo núcleo passa a integrar a exposição permanente do Museus do Mar e resulta da cooperação entre parceiros nacionais e internacionais, com destaque para o apoio do Governo da República da Itália, através da Agência Italiana de Cooperação para o Desenvolvimento, e do consórcio liderado pelo ICRI e WeWolrd, em parceria com a Associação Natura Moçambique, ABIODDES, AOTUKA e IUCN.
Na sua intervenção, sua Excelência Momade Arnaldo Juízo, aprovou a Estratégia Nacional de Gestão do Mangal, reforçando acções de conservação, restauração e uso sustentável dos ecossistemas marítimos. A criação do Núcleo Expositivo, é apontada como um dos legados mais importantes do projecto MangAction, garantindo que o conhecimento produzido integre o património científico do Estado e fique acessível ao público.
“cada hectare de mangal perdido representa menos biodiversidade, menos protecção costeira e mais vulnerabilidade das comunidades que vivem ao longo da costa’’ sublinhou.
“O que hoje inauguramos é muito mais do que um núcleo expositivo. É um instrumento estratégico de educação, sensibilização e valorização do nosso patrimônio marítimo”, reafirmou.
“proteger os mangais é investir na segurança alimentar, na adaptação às alterações climáticas, na economia azul e no futuro sustentável do País” conclui.

